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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

DATA BASE SETEMBRO: PATRÕES EMPACAM NEGOCIAÇÕES EM CURITIBA

PATRÕES ENROLAM E GREVE PODE SER A ÚNICA ALTERNATIVA






Rui Amaro Gil Marques
Da Assessoria de Imprensa e Comunicação do STIAA




Depois de duas rodadas da negociação salarial da nossa data-base de setembro com os patrões em Curitiba a coisa não andou. Os patrões não querem atender as nossas reivindicações. Só enrolam e nada.

Enquanto em várias empresas os trabalhadores conseguiram 10% de aumento, os patrões estão tentando nos empurrar goela abaixo 7,5% de reajuste e míseros R$10,00 de aumento na cesta-básica.  Uma vergonha!

E, ainda têm a cara de pau de afirmar que os nossos sindicatos são intransigentes. Se não melhorarem a proposta deles na próxima reunião dia 27 em Curitiba o bicho vai pegar.

O caminhão da CUT e a nossa “tropa de choque” já estão prontos para fazer barulho em Apucarana e começar as mobilizações nas fábricas para pararmos tudo, ou seja, greve neles.


Por isto trabalhador seja consciente, participe das assembleias e manifestações do sindicato. A nossa campanha salarial é uma vez por ano, se não fizermos pressão agora, depois não adianta reclamar pelos cantos.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NEGOCIAÇÃO SALARIAL DATA BASE SETEMBRO: PATRÕES ENROLAM E EMPACAM PRIMEIRA REUNIÃO


TRABALHADORES DEVEM SE PREPARAR PARA AS MOBILIZAÇÕES NAS FÁBRICAS. GREVE NÃO ESTA DESCARTADA.



Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA



No dia 17 de setembro de 2013 ocorreu na sede da FIEP – (FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ) a negociação salarial dos trabalhadores e trabalhadoras das indústrias de alimentação com as entidades patronais. Os Sindicatos coordenados pela FTIAPR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Paraná) fizeram a defesa da proposta dos trabalhadores e trabalhadoras: reajuste de 10%; piso de R$ 1.020,80; cesta básica de R$ 140,00; PLR; adicional por tempo de serviço; redução da jornada sem redução salarial entre outras.

Porém os patrões ofereceram apenas migalhas: reajuste de 7,13% e cesta básica de R$ 110,00. Os dirigentes sindicais deram um sonoro NÃO a essa proposta e sabemos que você trabalhador também é contra. Nós deixamos claro para os patrões que não aceitamos enrolação. Como em anos anteriores queremos mais agilidade nas negociações.


No entanto a Federação Patronal (FIEP) não fez nenhuma proposta melhor e agendou outra reunião para a próxima segunda-feira, dia 23 de setembro,  às 14hrs em Curitiba. O nosso recado foi dado: Ou vai ou racha, ou melhorem a proposta para algo aceitável ou os trabalhadores não terão outra alternativa a não ser entrar em GREVE!!! AFINAL SINDICATO FORTE SÃO OS TRABALHADORES QUEM FAZEM.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

DATA BASE DE SETEMBRO 2012 - ALIMENTAÇÃO


TRABALHADORES DA ALIMENTAÇÃO PREPARAM CAMPANHA SALARIAL 



Faltam 02 meses para o mês de setembro. Como todos sabem setembro é o mês da nossa Data-Base. É o mês onde os nossos sindicatos iniciarão as negociações com os patrões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que abrange o estado todo e também dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) realizados com as empresas das bases territoriais de cada sindicato.

Os salários, incluídos os Pisos, sofreram perdas devido a inflação acumulada dos últimos meses. As indústrias, ao contrário dos trabalhadores, têm como se proteger da inflação e da alta dos preços dos insumos porque acabam repassando isso para os consumidores.

Para proteger o nosso poder de compra contra a voracidade da inflação devemos nos unir e participar das lutas levadas adiante pelo sindicato. E conseguir um reajuste salarial acima da simples reposição inflacionária depende muito da nossa vontade de fazer pressão dentro das fábricas e da nossa disposição para, se for preciso, cruzarmos os braços, ou seja, fazermos greve.

Os sindicatos de Trabalhadores do setor de Alimentação, que fazem parte da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Paraná (FTIA), já iniciaram os preparativos para mais essa batalha em defesa de condições dignas de trabalho, reajustes salariais com ganho real e por mais conquistas na
Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para o período 2012/2013.  Cabe a nós, trabalhadores e trabalhadoras, fazermos a nossa parte que é apoiarmos os nossos sindicatos porque só assim venceremos mais essa luta.
Realizadas as assembléias para discussão e aprovação da Pauta de Reivindicações devemos começar a nos mobilizarmos nas fábricas.

Sindicato forte são os trabalhadores e as trabalhadoras quem fazem.