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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NEGOCIAÇÃO SALARIAL DATA BASE SETEMBRO: PATRÕES ENROLAM E EMPACAM PRIMEIRA REUNIÃO


TRABALHADORES DEVEM SE PREPARAR PARA AS MOBILIZAÇÕES NAS FÁBRICAS. GREVE NÃO ESTA DESCARTADA.



Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA



No dia 17 de setembro de 2013 ocorreu na sede da FIEP – (FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ) a negociação salarial dos trabalhadores e trabalhadoras das indústrias de alimentação com as entidades patronais. Os Sindicatos coordenados pela FTIAPR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Paraná) fizeram a defesa da proposta dos trabalhadores e trabalhadoras: reajuste de 10%; piso de R$ 1.020,80; cesta básica de R$ 140,00; PLR; adicional por tempo de serviço; redução da jornada sem redução salarial entre outras.

Porém os patrões ofereceram apenas migalhas: reajuste de 7,13% e cesta básica de R$ 110,00. Os dirigentes sindicais deram um sonoro NÃO a essa proposta e sabemos que você trabalhador também é contra. Nós deixamos claro para os patrões que não aceitamos enrolação. Como em anos anteriores queremos mais agilidade nas negociações.


No entanto a Federação Patronal (FIEP) não fez nenhuma proposta melhor e agendou outra reunião para a próxima segunda-feira, dia 23 de setembro,  às 14hrs em Curitiba. O nosso recado foi dado: Ou vai ou racha, ou melhorem a proposta para algo aceitável ou os trabalhadores não terão outra alternativa a não ser entrar em GREVE!!! AFINAL SINDICATO FORTE SÃO OS TRABALHADORES QUEM FAZEM.

sábado, 3 de agosto de 2013

Campanha Salarial Data Base Setembro 2013

STIAA reivindica aumentos reais e 
melhores  condições de trabalho




Rui Amaro Gil Marques
Da Assessoria de Comunicação do STIAA/FTIAPR


O STIAA já deu a largada para a Campanha Salarial dos Trabalhadores da Alimentação com Data-Base em setembro. 
Por isto convocamos todos os trabalhadores e trabalhadoras a se juntarem ao sindicato e fortalecer as nossas reivindicações.

Os patrões, como nos anos anteriores, não vão ceder e farão de tudo para emperrar as negociações. E, como sempre fazem, irão inventar mentiras contra o STIAA para jogar água fria na fervura das nossas mobilizações.

Inclusive já começaram com aquela conversinha de que a economia vai mal, que os preços das matérias primas subiram, que a margem de lucro das empresas caiu, que a crise na Europa e Estados Unidos está prejudicando as exportações, blá-blá-blá...

Sabemos muito bem que apesar de todos esses argumentos a situação não é das piores. O Brasil não se encontra em recessão, o mercado interno continua consumindo tudo o que é produzido e alguns setores tiveram recordes de produção como é o caso da agricultura.

Por tanto companheirada o aumento de salário que reivindicamos só se tornará realidade com muita pressão dentro das fábricas e com a participação de todos.