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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
NR 36 DOS FRIGORÍFICOS - SINDICATO PARTICIPA DE SEMINÁRIO EM CURITIBA
sábado, 17 de agosto de 2013
SINDICATO PARTICIPOU DE SEMINÁRIO DA CONTAC/CUT EM SÃO PAULO (SP)
terça-feira, 23 de abril de 2013
MINISTRO DO TRABALHO SANCIONA NR DOS FRIGORÍFICOS
sábado, 9 de março de 2013
NORMA DOS FRIGORÍFICOS É APROVADA.
Depois de anos de discussão, de pressão e manifestações constantes dos trabalhadores do setor de frigoríficos em geral finalmente a NR dos Frigoríficos foi aprovada na Comissão Tripartite do Ministério do Trabalho.
O STIAA participou ativamente de todo o processo de elaboração, discussão, manifestações no Paraná, São Paulo, Brasília e reuniões NA OIT em Genebra na Suiça, para, junto com outros sindicatos, pressionar os patrões e o governo pela sua aprovação.
Há mais de 14 anos que os trabalhadores do setor frigorífico (bovinos, peixes, aves, caprinos, equinos e carnes em geral) defendem a criação da NR para coibir o desrespeito patronal, as péssimas condições de trabalho, as longas cargas horárias de trabalho e combater as doenças laborais.
Agora a NR segue para ser assinada pelo Ministro do Trabalho Brizola Neto e pela Presidenta Dilma Roussef.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO INICIA FORÇA TAREFA PARA FISCALIZAR EMPRESAS NO PARANÁ. APUCARANA ESTA NA LISTA.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
ENCONTRO NACIONAL DO MACROSSETOR DA INDÚSTRIA
01/11/2012
Qual a sua avaliação sobre o Encontro Nacional do Macrossetor Indústria da CUT?
E as condições de trabalho existentes?
Infelizmente são muito ruins. É inaceitável que o setor ainda mantenha condições de trabalho tão desumanas, com graves riscos para a saúde, com lesões, mutilações e até mortes. Por isso defendemos que cada recurso público investido venha carimbado com contrapartidas, da mesma forma que precisamos de uma fiscalização mais atuante e rigorosa, com acompanhamento das entidades sindicais, para que a impunidade não prospere.
Um dos debates do evento será o impacto da crise dos países capitalistas centrais e as possibilidades e iniciativas de enfrentamento. A crise tem afetado o setor?
O setor passou de forma relativamente estável pela crise. Além disso, consegue responder rapidamente à recuperação, pois lida com produtos industriais de necessidades básicas. Vale lembrar que no caso dos frigoríficos de carne bovina e avícola o Brasil é o principal exportador do mundo. No caso da soja somos o segundo principal exportador. Isso reforça a importância do setor não só do ponto de vista nacional, como internacional, e remete à discussão sobre a forma de atuação e inserção na economia global, dentro de uma estratégia de crescimento, mas também de soberania do país e qualidade de vida para os trabalhadores.
Dentro do debate sobre as condições de trabalho está a Norma Regulamentadora dos Frigoríficos. Em que pé está essa NR?
Vivemos numa conjuntura desfavorável do ponto de vista econômico nos EUA e na Europa, que alguns querem remeter para o Brasil, onde os empresários vêm com tudo pela retirada de direitos. O governo Lula já provou que isso não é saída para nada, e que é na geração de emprego, na melhoria dos salários, que colocamos a economia para girar. Do contrário, quanto menos salário e menos direito, menor o mercado interno, o que só deixaria o país mais vulnerável à crise. Também neste aspecto, a Norma Regulamentadora é uma alavanca para ajudar o Brasil, que agora passa a ser objeto de ataques e retaliações dos países importadores, em função das doenças causadas aos nossos trabalhadores pelo ritmo intenso de trabalho. Para continuarmos avançando na comercialização dos produtos brasileiros, precisamos também investir na saúde dos trabalhadores, até para tirar a pecha que vem sendo colocada , com razão, mas com intenção puramente comercial. Felizmente, conseguimos avançar na NR que tem 16 pontos e 216 subitens, com 15 pontos já resolvidos.
E o que está faltando na Norma?
O principal problema das doenças profissionais não é técnico, mas político. Se fosse técnico, colocaríamos médicos nos portões dos frigoríficos e estaria tudo resolvido: adoeceu, curou. Mas não é assim que as coisas funcionam, é preciso modificar a forma de produção para que o ser humano não adoeça, não seja uma vítima da engrenagem do capital. O que ainda está faltando na NR é o principal ponto reivindicado pelas Confederações, Federações e Sindicatos da alimentação: as pausas. Sem as pausas para recuperar o líquido sinovial, os trabalhadores continuarão tendo lesionadas suas articulações e a bainha dos tendões, sendo submetidos cada vez mais jovens a cirurgias que não recuperam sua capacidade de trabalho. São lesões que acompanharão os trabalhadores pelo resto de suas vidas. Isso não é suposição, está mais do que provado, está comprovado. Então precisamos de pausas a cada 50 minutos trabalhados.
Quais os principais avanços já acordados?
A questão ergonômica, da posição das máquinas; o rodízio de trabalhadores, para que uma pessoa não fique oito horas de pé ou sentada, pois deve haver um equilíbrio; a questão do trabalho com peso, impondo limites à quantidade de carga nas bacias que os trabalhadores carregam a carne cortada; e os problemas com empilhamento. Esta somatória de ações em prol da saúde logo começará a repercutir favoravelmente nas condições de trabalho dentro dos frigoríficos, o que será melhor para todos.
Qual a perspectiva para o próximo período?
Penso que muito há de ser feito ainda para aumentar a produção e a empregabilidade, bem como para melhorar a qualidade destes empregos. Precisamos desenvolver novos produtos, que agreguem valor, o que também possibilitará que se aumentem os salários. No caso da soja, por exemplo, não podemos continuar exportando produto in natura para importar industrializados da China e dos Estados Unidos. Da soja saem mais de 400 produtos, químicos, farmacêuticos, sucedâneos para a indústria alimentícia. Na alimentação matinal, todos produtos contêm soja. Isso demonstra o enorme potencial a ser explorado pelas empresas nacionais.
Qual a sua avaliação sobre a atual legislação brasileira e a pressão patronal pela sua “flexibilização”?
A nossa legislação é invejada pelo mundo todo. Quando vamos na Europa, todos elogiam. Para eles, é um sonho. Para nós, claro, o problema continua sendo a sua aplicabilidade. Nossa Confederação entende que de forma alguma poderemos aceitar qualquer flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como tanto se empenharam os tucanos nos tempos do Fernando Henrique. Anda um boato em relação a um Acordo Coletivo Especial (ACE) que vem na linha de flexibilizar a legislação, e que somos totalmente contra, pois seria um verdadeiro disparate. Nossa compreensão é que podem haver acordos para avançar, nunca para retroceder. E ao flexibilizar uma lei que impõe um patamar mínimo de direitos, que foi fruto da luta de décadas da classe trabalhadora, estaríamos dando um tiro no pé. Numa conjuntura internacional desfavorável, onde os países capitalistas centrais só falam em retirada de direitos em nome da “competitividade”, não tenho dúvida que o ACE atende unicamente ao interesse do patronato. É inaceitável.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
NR DOS FRIGORÍFICOS
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
STIAA NA LUTA PELOS DIREITOS DOS TRABALHADORES DOS FRIGORÍFICOS.
STIAA PRESENTE NAS MOBILIZAÇÕES EM DEFESA DA SAÚDE DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS DOS FRIGORÍFICOS
Sindicato participou da Caravana da NR dos Frigoríficos que percorreu o estado conscientizando a população a respeito das mazelas que atacam os trabalhadores do setor de carnes em todo o país.
STIAA também faz alerta aos trabalhadores e trabalhadoras dos frigoríficos de Apucarana e região: qualquer sinal de problemas de saúde como tendinite, bursite, lesões por esforços repetitivos (LER-DORT), traumatismos e outros sintomas exija que a empresa emita o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT). Na dúvida, sempre procure o sindicato, pois estamos aqui para defender os seus direitos.
Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA
O STIAA esteve juntamente com a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Paraná (FTIA) mais outras 16 entidades sindicais participando da Caravana da NR dos Frigoríficos que rodou o estado levando informação a população e aos trabalhadores sobre a realidade do setor de carnes brasileiro.
Foram cerca de 15 frigoríficos e de 17 municípios visitados pelos sindicatos. Mais de 3.800 km rodados nas regiões norte, noroeste, sudeste, sudoeste e sul. 90 mil jornais distribuídos nas empresas e nos comércios desses municípios.
O STIAA defende a aprovação da Norma Regulamentadora (NR) para acabar com os problemas enfrentados pelos milhões de trabalhadores do setor. Estamos unidos aos demais sindicatos, a FTIA, CUT e a CONTAC na luta por melhores condições de trabalho, salários dignos, diminuição da jornada de trabalho, combate as doenças laborais e por respeito aos direitos dos trabalhadores.
Em novembro é o mês da data-base dos trabalhadores do setor frigorífico. O STIAA já está preparado para fazer o necessário para mobilizar esses trabalhadores e lutarmos juntos por um reajuste de salário que contemple as nossas necessidades. Queremos aumento real dos salários e melhores condições de trabalho.
Para saber mais sobre a NR dos Frigoríficos acesse: WWW.fitapr.org.br e WWW.contacbrasil.org
Veja mais em HTTP://nocaminhodasideias.blogspot.com e HTTP://expressaodagente.blogspot.com
Participe das atividades do STIAA e colabore para fortalecer o nosso sindicato e as nossas lutas em defesa dos nossos direitos, melhores salários e dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
BIG FRANGO FECHA VIA PÚBLICA PARA IMPEDIR MANIFESTAÇÃO

CAMPANHA NACIONAL PELA APROVAÇÃO DA NR DOS FRIGORÍFICOS
A SAÚDE DOS TRABALHADORES NÃO TEM PREÇO!
EMPRESA BIG FRANGO MONTA TÁTICA DE GUERRA PARA BARRAR CAMPANHA PELA APROVAÇÃO DA NR DOS FRIGORÍFICOSO
STIAA ESTEVE PRESENTE EM MAIS ESTA LUTA EM DEFESA DOS TRABALHADORES.
A empresa Big Frango situada no município de Rolândia (PR) chegou a fechar via pública com carretas para impedir sindicalistas de distribuírem material sobre a importância da aprovação da NR aos seus funcionários.
Assessoria de Comunicação da FTIA PR e sindicatos.
De Rolândia, região norte do Paraná.
Diretores da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Paraná (FTIA) e dos seus sindicatos filiados tiveram nesta terça-feira (27) uma surpresa quando se dirigiam para a empresa Big Frango na cidade de Rolândia, norte do estado.
Ao chegarem no frigorífico, que é um dos maiores da região, foram impedidos de atravessar uma via publica que dá acesso aos portões da empresa. Os cerca de 35 dirigentes sindicais se depararam com 03 carretas da empresa barrando a passagem.
A iniciativa partiu do gerente administro da Big Frango na tentativa de impedir que os sindicalistas distribuíssem material informativo a respeito da importância da NR dos frigoríficos aos seus 5 mil funcionários. Além das carretas barrando a via pública também estavam esperando os sindicalistas alguns seguranças a paisana que ameaçaram agredir alguns diretores da Federação e quebrar os pára-brisas do caminhão de som e dos veículos da “Caravana da NR”.
Houve um principio de tumulto e muito bate-boca devido aos insultos e provocações dirigidos pelos seguranças da Big Frango contra sindicalistas e alguns trabalhadores que assistiam incrédulos a situação que durou quase uma hora até que uma viatura da polícia rodoviária federal apareceu ao local.
A Big Frango é famosa na região por tomar atitudes anti-sindicais e tratar os trabalhadores e trabalhadoras do jeito que bem quiser, desrespeitando para isso toda a legislação trabalhista e acordos coletivos firmados com o sindicato local. Ela, inclusive, já chegou a se apropriar dos descontos sindicais feitos nos salários dos funcionários e não repassar ao sindicato numa tentativa de enfraquecer a entidade e assim mantê-la refém dos seus interesses.
Com a chegada da polícia rodoviária federal a empresa foi obrigada a desbloquear a via pública que fica sobre um cruzamento da linha férrea. O que poderia ter causado graves acidentes caso algum comboio ferroviário passasse pelo local. Uma amostra de como essa empresa desrespeita não só os seus funcionários como também a população que reside na localidade uma vez que esse é o único acesso que liga o bairro à rodovia que leva ao centro da cidade.
Com a via pública desbloqueada os dirigentes sindicais puderam, enfim, distribuir o jornal da RN e conversar com os trabalhadores e trabalhadoras que aproveitaram para fazer várias denúncias contra a empresa por maus tratos, assédio moral, assédio sexual e até ameaças de agressão.
Para o presidente da FTIA PR, Ernane Garcia Ferreira, isso vem demonstrar o quanto a aprovação dessa NR dos frigoríficos se faz urgente. “Não podemos aceitar que as empresas tratem os trabalhadores como gado e façam da lei letra morta. Vamos encaminhar todas as denúncias recebidas hoje ao Ministério Público do Trabalho e tomar outras medidas que acharmos necessárias. Isso não pode ficar impune”, declarou Ernane.
A Caravana da RN dos Frigoríficos prosseguira com o seu roteiro de viagem visitando empresas nas principais cidades do estado indo terminar o seu percurso em Curitiba.

