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terça-feira, 17 de maio de 2011

SETOR DO AÇUCAR: SINDICATOS SE REUNEM COM REPRESENTANTES DAS USINAS.


FEDERAÇÃO E SINDICATOS SE REUNEM COM REPRESENTANTES DE USINAS DE AÇUCAR.

NA PAUTA ALÉM DO REAJUSTE SALARIAL O FECHAMENTO DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011.



Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação da FTIA


Diretores da FTIA e dos sindicatos de Trabalhadores do setor de Alimentação de Jaguapitã, Porecatu, Apucarana, Arapongas e Jacarezinho estiveram na cidade de Maringá, norte do estado, dia 11 de maio, onde participaram de uma reunião com os representantes das usinas de açúcar para discutir sobre o reajuste salarial e o fechamento da Convenção Coletiva de Trabalho 2011/12.

Novamente os representantes das usinas trouxeram uma proposta de reajuste salarial muito abaixo da reivindicação dos sindicatos de trabalhadores e da Federação. Mesmo anunciando em suas principais publicações o crescimento do setor e o aumento dos lucros dessas empresas, os usineiros não abrem mão de continuar pagando um dos piores salários do Brasil para os trabalhadores.

Como não houve consenso entre as duas partes decidiu-se por agendar uma nova reunião na Alcopar (patronal) em Maringá para o dia 19 de maio.

O presidente da FTIA, Ernane Garcia avalia que a intransigência patronal é o maior obstáculo para o consenso entre os sindicatos e as usinas. “Esperamos que até a próxima reunião dia 19 os patrões possam reavaliar a sua postura e vir com uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores. Caso contrário a situação ficará ainda mais difícil”, afirmou Ernane.

Na foto representantes dos trabalhadores e das usinas assinam a ata da reunião. Dia 19 a discussão continuará. Os trabalhadores e trabalhadoras devem ir se preparando para, junto com os sindicatos, entrar em greve caso perdure a intransigência dos usineiros.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

SINDICATO DISTRIBUI JORNAL PARA TRABALHADORES DE USINA


Diretores do STIAA e da FTIA visitam Usina Vale do Ivaí S/A

Rui Amaro Gil Marques Assessor de Comunicação da Federação e sindicatos

Na oportunidade foram distribuídos cerca de 1.000 jornais do sindicato para informar os trabalhadores sobre seus direitos, bancos de horas e o andamento das negociações salariais com o SIAPAR, representante patronal dos usineiros no Paraná.

Os diretores do STIAA, José Aparecido Gomes e Iraércio Fonseca Aguiar, acompanhados de Ernane Garcia, atual presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado do Paraná (FTIA) e do Assessor de Comunicação Rui Amaro Gil Marques estiveram na manhã do dia 07, sexta-feira, visitando os trabalhadores e trabalhadoras da Usina Vale do Ivaí S/A, instalada no município de São Pedro do Ivaí. O objetivo da visita foi a distribuição da nova edição do jornal do STIAA e informar aos trabalhadores sobre a abertura das negociações salariais com o SIAPAR, entidade patronal que representa os usineiros do Paraná.


Embora os trabalhadores tenham dado uma boa recepção aos representantes do nosso sindicato, a Usina vale do Ivaí tentou a todo o momento obstruir o nosso trabalho. Seguranças da empresa foram instruídos a fotografar os diretores do STIAA enquanto estes conversavam com os trabalhadores em frente a empresa. Parece-nos que os diretores da Usina preferem com tais atitudes iniciar um confronto gratuito com o nosso sindicato ao invés do diálogo franco e aberto entre as duas partes. De nossa parte continuaremos cumprindo com as nossas obrigações enquanto representantes dos trabalhadores, afinal o nosso compromisso é com os trabalhadores e a defesa dos seus direitos e interesses. As “caras-feias” dos patrões nunca nos assustaram e não vai ser agora que agiremos de outra maneira.


Campanha Salarial do Setor Açucareiro: O Sindicato já protocolou junto à diretoria da Usina a pauta com as reivindicações salariais dos seus funcionários para que a empresa apresente a sua contraproposta. Durante a primeira reunião realizada com o SIAPAR, em Maringá, os usineiros se mostraram intransigentes quanto a qualquer tipo de reajuste salarial acima da inflação. Numa indicação que somente com a nossa mobilização e pressão dos trabalhadores poderemos mudar essa situação.