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segunda-feira, 16 de maio de 2011

TORREFAÇÃO - DATA BASE MAIO - NEGOCIAÇÕES 2011

PATRÕES NÃO ARREDAM O PÉ E MANTÉM PROPOSTA INDECENTE


Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do Sindicato.


A 2ª reunião entre os representantes dos patrões e os diretores do nosso sindicato, dia 13 de maio na FIEP (entidade patronal) em Curitiba, terminou sem que se chegasse a um acordo de reajuste salarial para os trabalhadores do setor de Torrefação.

Os patrões não arredaram o pé da sua proposta de reajuste salarial que basicamente repõe apenas a inflação do período. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 6,30%. A proposta patronal é de apenas 6,8% de reajuste. Um absurdo se comparada com o crescimento da economia e com os lucros das empresas.

Os diretores do nosso sindicato e da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (FTIA) avaliam que essa proposta de reajuste é insuficiente para recompor o poder de compra dos salários dos trabalhadores do setor.

Ficou marcada uma 3ª reunião com os patrões para o próximo dia 25 em Curitiba. Uma coisa é certa, sem a participação dos trabalhadores na Campanha Salarial 2011 os patrões não vão melhorar a proposta apresentada.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ATIVIDADES SINDICAIS NO PARANÁ 2011







SINDICATO PARTICIPA DE SEMNIÁRIO DA FEDERAÇÃO (FTIA)


Rui Amaro Gil Marques
Assessor de Comunicação do Sindicato


O STIAA participou do seminário estratégico promovido pela Federação (FTIA) nos dias 10 e 11 de fevereiro em São Miguel do Iguaçu, sudoeste do estado.

Além do nosso sindicato participaram os sindicatos de Arapongas, Apucarana, Ponta Grossa, Curitiba, Medianeira, Fco Beltrão, Marechal Candido Rondon, Dois Vizinhos, Cianorte, Umuarama, Cascavel, Curitiba, Porecatu e Jaguapitã. Também estiveram presentes os presidentes da CUT Paraná, Roni Barbosa e da CONTAC, Siderlei de Oliveira.

Os temas discutidos foram os seguintes: organização sindical, comunicação, globalização, campanhas salariais, analise de conjuntura e estratégias para 2011. Assim o nosso sindicato já se prepara para enfrentar os desafios que teremos pela frente este ano.

Na foto, o presidente do STIAA, José Gomes, o presidente da CUT Paraná, Roni Barbosa, o vice-presidente do STIAA, Iraércio e o presidente da Federação (FTIA), Ernane Garcia.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CAMPANHA SALARIAL AVICOLAS: SINDICATOS PRESSIONAM EMPRESAS A CUMPRIR ACORDO


Federação e sindicatos pressionam avícolas da região de Cianorte e Umuarama a cumprir acordo salarial com entidade patronal

Empresas alegam que acordo não vale por falta de comunicação por parte do SINDAVIPAR

Caso acordo não seja respeitado Federação e sindicatos promoverão ações mais ousadas nas empresas

CONTAC/CUT querem iniciar preparativos para greve geral no setor avícola do Paraná em represália à negativa dos patrões


Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA e Federação


A diretoria da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado do Paraná (FTIA) e representantes dos sindicatos de trabalhadores do setor das cidades de Toledo, Dois Vizinhos, Apucarana, Arapongas, Castro, Carambeí, Ponta Grossa, Curitiba, Francisco Beltrão, Cascavel, Cianorte e Umuarama estiveram reunidos no dia 27 de abril, em Cianorte, com representantes das avícolas Avenorte, Frangos Parati, e Agroindustrial Somaves.

O motivo da reunião foi o não cumprimento do acordo firmado entre a FTIA, sindicatos de trabalhadores do setor e o SINDIAVIPAR (entidade patronal avícola do Paraná) que reajustou os salários dos trabalhadores do setor em todo o estado.

Desde que foi assinado, várias empresas têm se recusado a respeitá-lo, alegando que o SINDIAVIPAR não as convidou para participar das negociações salariais com os sindicatos. O que tem causado revolta entre os trabalhadores do setor e sindicalistas que se sentem enganados pelos patrões.

A Federação (FTIA) para por um fim a toda essa manobra orquestrada pelos patrões, que estão tentando se aproveitar de uma possível desorganização do SINDIAVIPAR pra não aumentos os salários dos trabalhadores, está realizando várias manifestações e mobilizando os trabalhadores no estado para com o objetivo de organizar uma greve geral no setor.

Algumas empresas preocupadas com a eclosão de uma possível paralisação em suas atividades decidiram por aceitar e cumprir o acordo e, desta maneira, reajustar os salários dos seus funcionários conforme as exigências dos sindicatos e da FTIA.

Depois de muita pressão por parte da FTIA e dos sindicatos presentes à reunião, que durou cerca de uma hora, os representantes das empresas optaram por seguir as orientações dos sindicalistas, caso contrário a greve seria inevitável.