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sábado, 3 de dezembro de 2011

REAJUSTE SALARIAL NOS FRIGORÍFICOS AVÍCOLAS DO PARANÁ 2011/2012

Depois de três rodadas de negociação entre sindicatos de trabalhadores e representantes patronais na cidade de Arapongas os salários do setor frigorífico de aves no Paraná com vigência 2011/2012 ficaram assim:

Piso Salarial de R$772,20 (nenhum trabalhador poderá receber salário abaixo desse valor).

Cesta-básica de R$100,00 (este é o valor mínimo que as empresas devem pagar aos seus funcionários. Aquelas que pagam valores acima desse não poderão reduzir esse benefício.)

Reajuste de 8,5% para os demais salários acima do piso.

Os trabalhadores também têm direito a 1% sobre o valor do piso salarial como anuênio (ou seja, por cada ano trabalhado).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

FRIGORÍFICOS E AVÍCOLAS: A SAÚDE DOS TRABALHADORES VALE MAIS!


Frigoríficos e avícolas não respeitam a saúde dos trabalhadores

Lucros dessas empresas são gerados à custa do sangue de milhares de seres humanos


Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA e da Federação

As empresas frigoríficas e avícolas são as maiores responsáveis pelo número crescente de trabalhadores e trabalhadoras “encostados” no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) por doenças laborais.

Estudos realizados por várias entidades sindicais e por pesquisadores de vários países revelaram que nas indústrias avícolas o número de trabalhadores lesionados com DORT/LER é maior que em todos os outros segmentos industriais.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos (CONTAC), entidade sindical brasileira que congrega sindicatos e federações estaduais do setor, através do Instituto Nacional de Saúde do Trabalhador (INST) vem desenvolvendo uma campanha de denúncia contra as péssimas condições de trabalho, as extenuantes jornadas de trabalho e os baixos salários a que os trabalhadores são submetidos nessas empresas. No Paraná a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (FTIA) comprou mais essa briga em defesa dos trabalhadores.

Essa campanha desenvolvida pela CONTAC já extrapolou as fronteiras nacionais e com o apoio da União Internacional dos Trabalhadores do Setor de Alimentos (UITA) as denúncias contra essas empresas vêm sendo realizadas nas Américas e no continente europeu.

CAMPANHA SALARIAL AVICOLAS: SINDICATOS PRESSIONAM EMPRESAS A CUMPRIR ACORDO


Federação e sindicatos pressionam avícolas da região de Cianorte e Umuarama a cumprir acordo salarial com entidade patronal

Empresas alegam que acordo não vale por falta de comunicação por parte do SINDAVIPAR

Caso acordo não seja respeitado Federação e sindicatos promoverão ações mais ousadas nas empresas

CONTAC/CUT querem iniciar preparativos para greve geral no setor avícola do Paraná em represália à negativa dos patrões


Rui Amaro Gil Marques
Assessoria de Comunicação do STIAA e Federação


A diretoria da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado do Paraná (FTIA) e representantes dos sindicatos de trabalhadores do setor das cidades de Toledo, Dois Vizinhos, Apucarana, Arapongas, Castro, Carambeí, Ponta Grossa, Curitiba, Francisco Beltrão, Cascavel, Cianorte e Umuarama estiveram reunidos no dia 27 de abril, em Cianorte, com representantes das avícolas Avenorte, Frangos Parati, e Agroindustrial Somaves.

O motivo da reunião foi o não cumprimento do acordo firmado entre a FTIA, sindicatos de trabalhadores do setor e o SINDIAVIPAR (entidade patronal avícola do Paraná) que reajustou os salários dos trabalhadores do setor em todo o estado.

Desde que foi assinado, várias empresas têm se recusado a respeitá-lo, alegando que o SINDIAVIPAR não as convidou para participar das negociações salariais com os sindicatos. O que tem causado revolta entre os trabalhadores do setor e sindicalistas que se sentem enganados pelos patrões.

A Federação (FTIA) para por um fim a toda essa manobra orquestrada pelos patrões, que estão tentando se aproveitar de uma possível desorganização do SINDIAVIPAR pra não aumentos os salários dos trabalhadores, está realizando várias manifestações e mobilizando os trabalhadores no estado para com o objetivo de organizar uma greve geral no setor.

Algumas empresas preocupadas com a eclosão de uma possível paralisação em suas atividades decidiram por aceitar e cumprir o acordo e, desta maneira, reajustar os salários dos seus funcionários conforme as exigências dos sindicatos e da FTIA.

Depois de muita pressão por parte da FTIA e dos sindicatos presentes à reunião, que durou cerca de uma hora, os representantes das empresas optaram por seguir as orientações dos sindicalistas, caso contrário a greve seria inevitável.